Já viu um negro, com preconceito de dreads?
se dreads na maioria é coisa de negro!
Já viu te chamarem de regueira, só por que tu curte brincos hippies e dreads?
Não sei o que é pior se o preconceito ou o pré-conceito.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Pensei em tantas, tantas coisas para escrever na minha volta ao mundo bloggeranos
E agora, que eu tenho computador, me foge o todos os assuntos, existentes.
Não, não escrevo a mão.
Trabalho dobrado, minha letra é tão bonita, mais completamente ilegível, completamente inútil para o presente.
Mas pensando bem pode dar uma grana no futuro, quando eu for uma escritora, jornalista e artista plástica famosa.
Valerá milhões.
Tá, eu estou completamente sem assunto.
E agora, que eu tenho computador, me foge o todos os assuntos, existentes.
Não, não escrevo a mão.
Trabalho dobrado, minha letra é tão bonita, mais completamente ilegível, completamente inútil para o presente.
Mas pensando bem pode dar uma grana no futuro, quando eu for uma escritora, jornalista e artista plástica famosa.
Valerá milhões.
Tá, eu estou completamente sem assunto.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Não escrevo, não é por falta de vontade e nem por revolta de ter largado a faculdade, e por que desda data do ultimo post, meu computador esta no concerto(s).
Um puto, passa na mão de todo mundo e ninguém da um jeito na vida dele.
E escrever em LanHouse e casa de amigos nem rola.
Não, não arrumei o pc,
Um puto, passa na mão de todo mundo e ninguém da um jeito na vida dele.
E escrever em LanHouse e casa de amigos nem rola.
Não, não arrumei o pc,
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Vida Difcil
Semana ruim. Final da semana ruim, melhor dizendo.
Quinta-feira sou mandada embora com a velha desculpa de contenção de despesas e descubro que faculdade já era, por problemas de pagamento.
Fico uma pilha e me tranco no quarto e como se já não bastasse merda o suficiente para a semana toda, papai resolve discutir a relação familiar.
Vou com as mãos cheias de tinta verde até a sala de estar e ouço, - até aonde deu- em silencio.
Até o momento que ele não agüenta minha indiferença (que na verdade era proposital para não lançar uma cadeira na cabeça da alguém) e aproveita para dizem que a culpa é minha de tudo o que acontece com o resto da humanidade.
Sexta-feira, acordo cedo e vou até o Mc Donalds mais próximo que há, e encontro outras duas amigas, qual uma delas teve uma quinta-feira feira de cão, mas ainda tem o emprego.
Junta choramos as pitangas e afogamos a culpa em um copo de 500ml de coca-cola e nos revoltamos com o mundo, quebrando o regime que havíamos começado no dia anterior.
Apesar dos problemas, as outras duas tem coisas pra fazer, então mesmo que contra a vontade, volto pra casa.
No caminha mando uma mensagem para uma das minhas melhores amigas na turma, a tembém Ana; Ana Luiza Colman e pergunto se vai rolar boteco para comemoração de aniversario de uma outra amiga.
Vou a clima de despedida e em cada estação que o trem estacionava e aproximava e a cada vagão pelo qual passava me batia uma sensação de nostalgia e arrependimento por ter ido.
Chegando lá, resolvo ver o esquema de bolsa de estudos e pela minha grande decepção, se eu tiver sorte só no próximo ano, e não dá, não quero esperar tanto.
Sento então na escada de entrada e penso na vida, olho todo aquele pessoal; As patricinhas mal sucedidas, os futuros ex – alcoólatras, os namorados, os surfistas do asfalto, os viciados, os que não são porra nenhuma, os que serão grandes profissionais, as pessoas que eu não gosto, pessoas que gosto, pessoas que desconheço.
Naquele momento, me deu uma sensação de impotência por não poder passar a catraca, por não poder, fazer nada, por não ter feito nada antes.
Quando estou indo embora, encontro Fernando, grande amigo que teve a mesma infelicidade que eu, e que inclusive tem o mesmo plano.
Vê-lo me animou muito, até passamos ilegalmente a catraca, a coisa mais ilegal que já fiz na minha vida.
Chegando a sala, encontro o velho e bom pessoal que me faz uma falta absurda, assisto um pouco de aula, dou abraços apertados, risadas forçadas, leves gargalhadas, e sinceros sorrisos.
Naquele momento, quando eu já não me achava, importante pra ninguém, e saber que ali as pessoas sentiram minha falta, me fez correr atrás de algo que, eu nunca me imaginei capaz.
Ir atrás dos meus sonhos, já que infelizmente ou felizmente, ninguém pode fazer isso por mim.
Quinta-feira sou mandada embora com a velha desculpa de contenção de despesas e descubro que faculdade já era, por problemas de pagamento.
Fico uma pilha e me tranco no quarto e como se já não bastasse merda o suficiente para a semana toda, papai resolve discutir a relação familiar.
Vou com as mãos cheias de tinta verde até a sala de estar e ouço, - até aonde deu- em silencio.
Até o momento que ele não agüenta minha indiferença (que na verdade era proposital para não lançar uma cadeira na cabeça da alguém) e aproveita para dizem que a culpa é minha de tudo o que acontece com o resto da humanidade.
Sexta-feira, acordo cedo e vou até o Mc Donalds mais próximo que há, e encontro outras duas amigas, qual uma delas teve uma quinta-feira feira de cão, mas ainda tem o emprego.
Junta choramos as pitangas e afogamos a culpa em um copo de 500ml de coca-cola e nos revoltamos com o mundo, quebrando o regime que havíamos começado no dia anterior.
Apesar dos problemas, as outras duas tem coisas pra fazer, então mesmo que contra a vontade, volto pra casa.
No caminha mando uma mensagem para uma das minhas melhores amigas na turma, a tembém Ana; Ana Luiza Colman e pergunto se vai rolar boteco para comemoração de aniversario de uma outra amiga.
Vou a clima de despedida e em cada estação que o trem estacionava e aproximava e a cada vagão pelo qual passava me batia uma sensação de nostalgia e arrependimento por ter ido.
Chegando lá, resolvo ver o esquema de bolsa de estudos e pela minha grande decepção, se eu tiver sorte só no próximo ano, e não dá, não quero esperar tanto.
Sento então na escada de entrada e penso na vida, olho todo aquele pessoal; As patricinhas mal sucedidas, os futuros ex – alcoólatras, os namorados, os surfistas do asfalto, os viciados, os que não são porra nenhuma, os que serão grandes profissionais, as pessoas que eu não gosto, pessoas que gosto, pessoas que desconheço.
Naquele momento, me deu uma sensação de impotência por não poder passar a catraca, por não poder, fazer nada, por não ter feito nada antes.
Quando estou indo embora, encontro Fernando, grande amigo que teve a mesma infelicidade que eu, e que inclusive tem o mesmo plano.
Vê-lo me animou muito, até passamos ilegalmente a catraca, a coisa mais ilegal que já fiz na minha vida.
Chegando a sala, encontro o velho e bom pessoal que me faz uma falta absurda, assisto um pouco de aula, dou abraços apertados, risadas forçadas, leves gargalhadas, e sinceros sorrisos.
Naquele momento, quando eu já não me achava, importante pra ninguém, e saber que ali as pessoas sentiram minha falta, me fez correr atrás de algo que, eu nunca me imaginei capaz.
Ir atrás dos meus sonhos, já que infelizmente ou felizmente, ninguém pode fazer isso por mim.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Li recentemente, na revista mensal seleções, uma matéria que me deixou um tanto intrigada.
A matéria era mais uma daquelas imensuráveis lições de vida, de bravura, e comportamentos naturais de um ser humano, mas que passa a ter um tratamento especial, aos olhos dos editores da equipe.Mas o diferencial daquela matéria era, que: uma mulher que sofria na mão, do então marido doente com problemas psiquiátricos, que dizia ouvir vozes, dizendo que a mulher era reencarnação de uma mulher do século dezenove e que ela precisava morrer.
Tudo bem, ela tentou ajudar, em quanto o amava, depois ,simplesmente largou mão do ex-marido.
O que me deixou intrigada, nervosa, curiosa e principalmente revoltada é que: as pessoas são assim, em quanto há um interesse, é fácil e bom ajudar, os elogios que vem então com a boa ação, nossa, as pessoas são colocadas no maior dos pedestais, por atitudes não mais do que obrigatórias.
Será que não passou pela cabeça dessa mulher que, ele precisava de ajuda, e que se ele- que era um homem, bem sucedido-teve tantas alucinações, a agredia, e tinha tantos delírios, era por que ele realmente não estava bem, e precisa de apoio.
Mesmo que não houvesse de ajudar de perto, já que concordo que a vida dela, foi prejudicada, em vários setores; mas será que não poderia ajudar de longe, indiretamente? Fazer qualquer coisa, que pudesse ampara-lo?
Como essa mulher, pode dormir durante tantos anos, sabendo que o cara , no qual ela dividiu, anos de sua vida, estava atormentado, morando na rua e na miséria, por conta de sua loucura, e pior escrever para uma revista, afirmando que comemorou sua morte?
Pior é ouvir das pessoas que leram a matéria que ela tinha razão.
A matéria era mais uma daquelas imensuráveis lições de vida, de bravura, e comportamentos naturais de um ser humano, mas que passa a ter um tratamento especial, aos olhos dos editores da equipe.Mas o diferencial daquela matéria era, que: uma mulher que sofria na mão, do então marido doente com problemas psiquiátricos, que dizia ouvir vozes, dizendo que a mulher era reencarnação de uma mulher do século dezenove e que ela precisava morrer.
Tudo bem, ela tentou ajudar, em quanto o amava, depois ,simplesmente largou mão do ex-marido.
O que me deixou intrigada, nervosa, curiosa e principalmente revoltada é que: as pessoas são assim, em quanto há um interesse, é fácil e bom ajudar, os elogios que vem então com a boa ação, nossa, as pessoas são colocadas no maior dos pedestais, por atitudes não mais do que obrigatórias.
Será que não passou pela cabeça dessa mulher que, ele precisava de ajuda, e que se ele- que era um homem, bem sucedido-teve tantas alucinações, a agredia, e tinha tantos delírios, era por que ele realmente não estava bem, e precisa de apoio.
Mesmo que não houvesse de ajudar de perto, já que concordo que a vida dela, foi prejudicada, em vários setores; mas será que não poderia ajudar de longe, indiretamente? Fazer qualquer coisa, que pudesse ampara-lo?
Como essa mulher, pode dormir durante tantos anos, sabendo que o cara , no qual ela dividiu, anos de sua vida, estava atormentado, morando na rua e na miséria, por conta de sua loucura, e pior escrever para uma revista, afirmando que comemorou sua morte?
Pior é ouvir das pessoas que leram a matéria que ela tinha razão.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Mariana Foi pro Mar!
...E se ela pensava muitas vezes
Se usava uma pistola ou o gás do seu fogão
Mas ela mudou o itinerário, trocou o obituário
Pelo atraso do avião
Hoje ela desfila pela areia
Com total desprezo pelos machos de plantão
Ela está bem diferente, ama ser independente
MariANA foi pro mar...
Se usava uma pistola ou o gás do seu fogão
Mas ela mudou o itinerário, trocou o obituário
Pelo atraso do avião
Hoje ela desfila pela areia
Com total desprezo pelos machos de plantão
Ela está bem diferente, ama ser independente
MariANA foi pro mar...
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