quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Vontade de jogar tudo pro alto?
Jogar o que, se não há nada para ser jogado?

Perca de emprego meu e do meu pai, acarretaram a perca de faculdade.
Colegas que deixei pra trás, não por que eu quis, mas por que foi preciso.
Calma.
Respire.

Fácil dizer isso para uma pessoa, no estado como o meu e estando em um estado como o teu
Lute.
E o que penso toda a noite antes de dormir e executo quando possível, pela manhã.
Isso quando eu não durmo pela manhã.
Há males que vem para o bem.
Frase mais estúpida que já ouvi, nenhum mal vem para o bem, principalmente quando se estala na sua sala de estar e nega-se a se retirar.
Viajar.
Sempre quis fazer isso, mas o medo de largar tudo pra começar e a falta de culhão me impediram nessa mudança.
Deus escreve certo, por linhas tortas...
Que Deus? Que Linhas? Que lição?
Sofro de Hipermetropia e Estigimatismo, problemas que me acompanham desde criança e me faz usar um óculos que mais parece um binóculos com seus 4.0 graus, então se a lição não for clara, eu não enxergarei nada.
Pensar.
E o que mais tenho feito e como pensar enlouquece, nem preciso dizer que já estou pra lá de maluca.
Tempo.
É curto e passa rápido depois dos 18 anos como dizem os mais velhos e o medo de não dar tempo, de realizar tudo.
Buff! Assusta-me terrivelmente.
Viajar.
Não será o momento de começar, a mochilar?
Mas e a carreira? E o tempo de estudo perdido? E o que os amigos vão dizer? Você é maluca ou o que? Você é jovem, eu tinha esses mesmos planos quando tinha tua idade...
E por que não realizou caspitá?
Amigos.
Nem todos, que se dizem são.
Nem todos os que eu preciso que seja, são.
Mas os que eu não preciso e sempre estão, fazem tudo valer a pena.
Jornalismo.
A eterna duvida e o verdadeiro amor, um casamento.
Existe qualquer tipo de amor, sem paixão?
Falta.
Um amante, um amor e uma paixão; Tudo isso na mesma profissão.
Música boa, pessoas novas e interessantes, um cantor barbudo com a cara do Bruno Garcia, Bar, Cerveja e álcool no organismo.
Viajar.
Será agora o momento de fugir? Encontrar alguém que fuja comigo ou alguém que volte comigo.
Filhos.
Ou serão oito ou nada feito.
Marido.
Substituível por três babas, um engradado de cerveja e carnaval.
Mas não será nada mal
Deus.
Um Cara, incompreensível, que não me deu a menor sorte e tem dado pouca atenção, mas me presenteou com um bom humor exagerado que me ajuda vez ou outra.
Família.
Essencial e mais fora do normal, mãe maluca, irmão pastor, pai que é o melhor, mas tem pouca sorte na vida profissional e irmã que acha linda ser anorexia mais não tem coragem de virar uma. Uma são Bernardo que anda no banco da frente de uma fiorino em dias de frio em quanto o resto da família vai na parte de trás.
Paixão.
Não é constante em nada, mas é extremamente necessário em tudo, seja em qualquer aspecto da sua, da minha vida.
Textos.
Ta ai uma coisa que eu gosto de ler e fazer, e preciso urgentemente melhorar.
Arte.
Ta ai uma coisa que me da prazer.
Talento.

Uma coisa que me falta para seguir o que eu quero.
Capacidade.
Uma coisa que vai me levar a conseguir tudo o que eu quero.
As coisas vão melhorar, é só acreditar.
Buff! Cansei de acreditar e ouvir isso.
Musicas
Anos 60, 70,80 e 90, independente de seu ritmo, mas o Rock e os meninos que gostam de Rock tem a minha preferência
Conforto.
Tênis, camiseta, banho e cama quente
Trecho de texto achado na internet há algum tempo, e que só agora faz sentido
Não adianta olhar por céu, com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve, você pode,
você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu nã
oquer dizer que você tenha que sofrer
Até quando você vai ficar usando rédea?
Rindo da própria tragédia?...


01/03/2008

Ana Carolina Pires

Conselhos, Ocidente e Paulo Coelho.

Desde quando o mundo é mundo existe o conselho.
Depois veio a prensa de Gutenberg e com ele os primeiro arautos e com os arautos, noticias da realeza.
Você deve estar se perguntado o porquê dessa aula de história jornalística.
Eu tenho um sério problema em desenvolver pensamentos e só consigo desenvolver quando eu estou escrevendo e estive pensando, (até certo ponto, claro) como distinguir conselhos, idéias, pontos de vista, o certo do errado, o bom do ruim?
Não, não é simples, tem aquela história de coisas que eu faço aqui parece certo nos olhos de pessoas daqui, mas se eu fizer isso no Japão podem mandar me prender e pior quando coisas daqui são erradas para pessoas daqui.
Ta vendo que loucura que é minha cabeça. Culpa do Paulo Coelho.
Zahir livro de Paulo Coelho que relata a história de um escritor que é abandonado pela esposa sendo assim ela acaba por torna-se o zahir¹ do escritor.
E ele tem que descobrir por que sua mulher fez isso e descobre que era uma lição de amor (coisas de Paulito ).
Em fim, o que me chamou a atenção foi uma parte do livro que diz que temos que esvaziar a cabeça com as coisas do passado e deixar espaço para coisas novas.
Eu sofro desse problema, não consigo me livrar do passado deixar pra trás uma época que já passou, pessoas, lembranças entre outras milhares de coisas.
E o escritor também não sabia até sofrer um acidente de moto.
Eu não quero sofrer um acidente de moto, mas quero me livrar desse problema.
No livro seu companheiro ocidental deu duas páginas de conselhos como fazer isso e finalizou que agente só aprende quando esta frente a frente com a morte.
Ou seja, conselho completamente inútil.
Mas há conselhos relevantes dos quais não vou me lembrar agora.
O problema é segui-los, tirar da cabeça coisas do passado, coisas boas, momentos bons, acho um absurdo ter que esquecer isso até foto não se pode tirar de lugares legais para lembrar depois.
Será que as crenças do ocidente e as loucuras do Paulo Coelho não podem me ajudar?
Estou pirando de verdade...
O livro é um livro bom, Paulo Coelho já fez piores e melhores.
O que todos eles têm em comum é que você precisa sofrer um acidente de moto pra compreende-los.


¹ Zahir na cultura ocidental são coisas que tomam conta de todo o pensamento de uma pessoa.



Ana Carolina Pires
25/03/2008
PS: Eu gosto de Paulo Coelho e hoje entendo suas loucuras, mas ainda não resolvi meu problema. Tenho evitado moto desde então.
Não resisti.
Roubei do blogger da Marcinha e merece ser lido por o maior número de pessoas possível.

Prescisamos entender que não somos a Julia Robert's, que não estamos vivendo uma comédia romântica.
Toda mulher que se preza, já ficou cegamente e 'vemcá'....burramente apaixonada!!!
A história é sempre a mesma, o final tambem.
Acho que a coisa, é encarar de frente quando as coisas não vão bem.
É dificil entender isso, somos seres sensíveis, abduzidas por filmes e livros de final feliz, mas é necessário.

A gente não pode sair por aí entregando o coração de mão beijada, e sem questionar, sem duvidar, achando que desse dia em diante, sai casamento com aquela pessoa que - opss é mesmo - conhecemos à 1 mês!
Cara, somos capazes de acreditar em propagandas de shampoo, ou realejos, sinais,horóscopo, etc...Pára com isso.

Estou escrevendo esse texto para eu mesma decorar. Imprimir. E nunca mais esquecer.

.....

Para maiores informações:
http://docesparadoxos.zip.net/



terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Homens e Perfumes

Homens não são como perfumes, não pra mim.
Homens duram como perfume, pelo menos pra mim.
Nunca tive um relacionamento sério e nunca fui fiel a se quer perfume.
Não tive tantos assim, mas enfim...
Há quem diga que perfume é personalidade.
Sou volúvel, Maria vai com as outras, metarmofose, de lua ou como preferir chamar.
Besteira em minha opinião, claro.
O primeiro perfume a gente nunca esquece o amor sim o perfume nunca.
Era um da embalagem azul com um minúsculo estrass que simbolizava um diamante e por isso me era mais valioso e bonito que diamante.
Aquele perfume durou bastante tempo...
Não sei o porquê, mas o associava a melância.
Ah! Sim o homem que veio com ele.
O vi pela primeira vez em uma festa de halloween, no pátio da escola. Qual a relação entre eles?
Ganhei e usei aquele perfume no dia em que vi o homem de roupa preta e cara de Keanu Reeves na puberdade curvado no bebedor da escola bebericando aquela água nada mineral na festa de halloween... Ah!!! O perfume, ah! O bebedor!
Só fui reencontrá-lo ano seguinte no período matutino na escola onde estudávamos.
Durante a ausência do segundo o primeiro ficou esquecido e escondido no meio das outras quinquilharias de minha penteadeira.
Se ele não me chamou na festa a culpa foi do cheiro de melância ou de alto grau de miopia.
No primeiro dia de aula do ano seguinte, já esquecida da festa de halloween que me foi motivo de suspiros durante as férias inteira, resolvi usar o perfume humilhado.
Claro que encontrei com o rapaz do bebedouro no bebedouro no recreio da escola que tem a água nada mineral.
Ficamos amigos de maneira bizarra, graças ao meu amor e amigas que o convidaram para um jantar em minha casa pra comemorar meu aniversário.
Foi mais assustador do que festa de halloween mal organizada.
Uma amizade cheia de olhares e poucas conversas que durou cerca de dois anos letivos.
Logo- no longo de dois anos- me enjoei de não ter um, ficar com o outro e de melância.
Troquei.
Não, não é fácil trocar de perfume, tem que ser algo que mexa com a gente e dê aquela sensação de poder, beleza e a certeza de que pode aparecer a Angelina Jolie ao seu lado e o Brad Pitt irá preferir você, mas você se contenta com a escolha do seu caso, amigo ou namorado.
Usei durante um tempo uma colônia vagabunda que minha mãe ganhará, mas nunca se quer experimentou.
Depois de algum tempo resolvi comprar um novo perfume, sem qualquer pretensão, não tinha feito comparação do cheiro e gosto até então.
Desse na verdade eu nem se quer me lembro o cheiro e só me lembro do que veio com ele graças ao barão vermelho, aos cachos e a semelhança ao vocalista.
Só me restou as músicas e acredite em mim sai ganhando.
Não, não é fácil fixar em um homem, tem que ter borogodó, ziriguidun e balacubaco e fazer um alvoroço enorme em teu coração.
O que definitivamente não era o caso da replica barata do Frejat.
Ambos não me causaram sensação nenhuma.
Mudei.
Voltei para a colônia barata, gostava dela na verdade não sei por que a troquei.
Ela veio acompanhada de olhares no trêm, mas sem nenhum contato.
Não podia esperar outra coisa de uma colônia barata.
Um dia chego a casa e sou recebida por minha mãe com aquela voz de má noticia, e fico sabendo que presenças subumanas da casa ao lado invadiram o meu quarto e quebraram minha colônia.
Chorei, e prometi que nunca mais usaria colônia. É muito grande a dor da perda.
Tratei de comprar outro perfume.
O último é bem recente e foi o único que chegou até o fim do frasco.
Levava aquele perfume para todos os lugares e aquele rapaz também metaforicamente falando.
Também começou em uma festa, mas o contato foi imediato me lembra outro cantor e confesso que fez um pequeno alvoroço em meu coração.
Mas tinha borogodô demais, trocentos quilômetros de distância e muita preguiça.
Não sei como acabou, na verdade não sei se começou.
Foi bom, não muito intenso, mas bom.
É recente demais, prefiro não falar nisso agora, sabe como é... você começa a lembrar e da vontade de ligar.
Mas já não ligo mais, nunca liguei pra falar a verdade... é só que....melhor não falar...não arriscar...

...Faz-me querer-te bem, querer-te mal, bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal, e eu querendo querer-te sem ter fim
E querendo te aprender o total do querer que há e do que não há em mim...

O perfume?
Continua onde sempre esteve, na penteadeira esperanto eu tomar um frasco de coragem e dar a última borrifada e trocar de vez de perfume.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Tenho andado cri-cri.

Sem paciência para erros de pronuncias de português.
Sem paciência para bandas escrotas e amigas admiradoras de bandas escrotas
Amigas escrotas
Sem paciência para ignorância
Sem paciência para a minha ignorância
Sem paciência para meu irmão.

Sabe-se lá o por que disso.
Vai ver que eu só tenha andado cri-cri.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Poesia!

Sinto falta de Beijos e Poesias.
Espírito Woodtockista, não me falta com a falta de dinheiro e a sobra de diversão barata. Daremos jeito na poesia então, quem sabe com exercício dela não ganho outra coisa que me falta.
Selecionei três que gosto muito.
Um punhado de poesia, para um punhado de gente.



"Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino de ser mãe.
Em ti está presente a humanidade!"

Mãe - Cora Coralina


Não comerei da alface a verde pétala

Não comerei da alface a verde pétala
Nem da cenoura as hóstias desbotadas
Deixarei as pastagens às manadas
E a quem mais aprouver fazer dieta.

Cajus hei de chupar, mangas-espadas
Talvez pouco elegantes para um poeta
Mas pêras e maçãs, deixo-as ao esteta
Que acredita no cromo das saladas.

Não nasci ruminante como os bois
Nem como os coelhos, roedor; nasci
Omnívoro; dêem-me feijão com arroz

E um bife, e um queijo forte, e parati
E eu morrerei, feliz, do coração
De ter vivido sem comer em vão.

Vinicius de Moraes.


Poeta, não é somente o que escreve.
É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.
Cora Coralina

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Só para não sair sem um final, finalmente venho dizer que:
Não estou em um presidio, não vou para seis horas e ele não deu satisfação alguma.
Ele consegue fazer com que minha suspeita de perseguição faça sentido cada vez mais.


Só me pergunto uma coisa; o que será pior discriminação ou covardia?

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Mais pensamentos soltos...

Como pode o mundo ser assim?

Desde quando ter cor e a cara de quem curte bob e suas ervas, significa que tu curte?

Desde de que mundo é mundo!
Desde que mundo é mundo é o caralho!

Desde quando sua cara, sua tribo e seu brinco é mais importante que sua capacidade?( sim eu sei que sou capaz).

Numa boa, o problema não perder uma vaga de merda ( merda que seria bem-vinda, mas merda) é a injustiça pela forma que me foi negada.
O problema é o cara contratar nego de fora, e não me empregar.
O problema é o cara não ter cu de olhar na minha cara, como se fosse eu a chefe e ele o empregado que fez merda
O problema é o cara precisar de três dias pra me explicar o por que da vaga ser negada.
O foda é a negada gente boa ser promovida comemorar e te olhar com cara de `` aaah! ela até que é legal, coitada´´
O foda é falarem alegres e felizes e quando você chega perto da rodinha o assunto morrer

O foda é meu pai
MEU PAI CARALHO! falar...será que você não tem que mudar seu jeito por causa disso? sei lá, mudar a cara ou o cabelo e ser mais competente?

Não, não tenho!
Não vou mudar meu penteado, por nada e ninguém...a não ser por eu mesma!
E até que eu curto ser tirada de Janis Joplin por ai, então...
Capacidade eu tenho, sei disso!

O foda que eu sei que sou boa.

Contava com esse emprego... a faculdade, sabe...

Agora é sentar e esperar a porra do feed-back e dia 12 de Novembro para poder pegar o seguro e ir atrás de um emprego que pague minha faculdade.

Hoje eu estou melhor...
Dá pra conversar sem voar no pescoço dele, da pra manter a calma...

O problema que eu estou com pouca adrenalina..e isso pode fazer com que eu esqueça de fazer algumas perguntas...

Tô ansiosa pra saber o que ele vai falar...



Caso não esteja num presidio, volto a escrever.
Devo anexar currículo aqui também...
Ou não...são tantas as coisas que passam na minha cabeça...
A ameaça do meu pai de me expulsar de casa, caso eu solicite demissão me faz pensar seriamente em pedir...digo em ficar...

Já dizia Tom Jobim

``Tem dias que eu fico pensando na vida e sinceramente não vejo saída...
...Sei lá, Sei lá...´´

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Por Lei, todos temos direito a nos elegermos ao que desejarmos, basta ter um partido.
Lindo não?!
Não!
Nós pecamos por excesso de democracia e a falta daquele remédio da vovó, o semancol.
Não sou fã do humor palhaço do caceta e planeta, mas tenho que concordar com a sátira feita ao horário eleitoral, O otario eleitoral gratuito.
O horário eleitoral, tem me rendido mais risadas do que as vídeos cacetadas do Faustão.
É engraçado ver o descaso de quem faz e o divertimento de quem vê.
É revoltante ver o palhaço Gluglu e o Sérgio Malandro concorrerem a vereadores de São Paulo. É engraçado e revoltante notar que mais um assunto serio virou piada neste pais.
Ficou tão fácil se tornar candidato, que sempre tem nego querendo recuperar a alto-estima, com os 15 minutos de fama que uma candidatura pode causar.
Cá na minha terra, os candidatos são identificados com suas respectivas ocupações, profissões e características, para jamais serem esquecidos.
Tem o Wagner da Otica, Cláudio da Farmácia, Luiz da Agua, Professora Cidinha, Tati Preta veia, Toninho de Jesus entre outros que acham que ser politico é a maneira mais fácil e rápida de aposentar e enriquecer
Chego a duvidar seriamente de candidatos que usam carros de campanhas cor de rosa e florzinhas ou quem é mãe de um, marido de outro ou filho do sobrinho do caralho a quatro.
O fato é que tudo o que grandes heróis da época da ditadura lutaram para conquistar, virou um circo.
Valeu a pena lutar, sofrer e morrer por isso?
É estranho a troca de valores.
Isso me faz entender cada vez mais Chico Buarque e suas letras malucas.

sábado, 2 de agosto de 2008

Achei no antigo blogger.
Impressionante que tem coisas que não mudam nunca!


PRECISANDO:

Escrever, ler, ouvir musica, The Beatles, cantar, recitar poesias, comer salada, emprego novo, refrigerante, Filme com Pipoca, Criar minha lista de top 3 das musicas da minha vida(absurdo mais não consigo selecionar só 3) bar, Rir sem parar pro pelo menos 10 minutos, motivos pra rir, dormir!!!