...E o tanto que eu vou salvar
Das conversas sem pressa
Das mais bonitas mentiras...
Me peguei lendo histórico de msn hoje.
Eu tenho um problema sério com sensações nostálgicas que me visitam com frequência
Mas me fez bem por que tô me sentindo livre como um Deus
Mas deu saudades de uma galera e de um mentiroso.
...Hoje eu não vivo só... em paz
Hoje eu vivo em paz sozinho
Muitos passarão
Outros tantos passarinho
Muitos passarão...
Só pra atualização mesmo :)
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Dos nove aos dezenove
Aos nove eu sabia exatamente o que eu seria aos dezenove.
Seria atriz, cantora, apresentadora ou iria para o INSS aponsetada por invalidez, ou coisas do tipo.
Aos dezenove, não sei se termino o jornalismo.
Aos nove eu era tão madura e decidida, queria morar com meus pais até que eles morressem e depois mudar pra casa do meu marido.
Queria tanto um marido.
Um príncipe encantado, aquele do cavalo branco.
Eu acreditava nisso.
Aos dezenove sou tão madura e decidida, que na maioria do tempo sou tão imatura.
Imatura quando mais me acho madura.
As fantasias de morar com os pais e ter marido, depende muito do nível de maturidade que me encontro.
Aos nove me admistrava tão bem.
Também aos nove eu rezava pro tempo correr e eu poder completar logo meus trinta anos, pra já ter de bagagem varias viagens, dinheiro na conta, vários amigos e um apartamento com a sala de paredes de vidro e chão que fizesse toc toc, toda e qualquer vez que eu entrasse em casa com meu salto de 15 cm.
Aos dezenove quero aprender andar de salto.
Com nove anos não bebia e tinha vergonha do roque em róu que só eu cantarolava e ouvia.
Aos dezenove peço para o tempo engatinhar, do jeito que eu sempre quis, se não for devagar, Que ao menos seja eterno assim... e continuo a cantarolar músicas que poucos conhecem.
Aos nove eu curtia chiquititas e arrasava quando dançava black street boys, nas festas da escola.
Pegava fruta no pé, brincava de boneca, jogava bola, sabia escrever e levava altas rasteiras do meu irmão de cinco anos.
Queria ser minha mãe, meu pai e presidente.
Hoje me contento em ser eu, mesmo que ainda não tenha certeza do que o eu significa.
Eu como sempre com a certeza incerta de quem sou, isso não sei se começou aos nove ou aos dezenove.
Seria atriz, cantora, apresentadora ou iria para o INSS aponsetada por invalidez, ou coisas do tipo.
Aos dezenove, não sei se termino o jornalismo.
Aos nove eu era tão madura e decidida, queria morar com meus pais até que eles morressem e depois mudar pra casa do meu marido.
Queria tanto um marido.
Um príncipe encantado, aquele do cavalo branco.
Eu acreditava nisso.
Aos dezenove sou tão madura e decidida, que na maioria do tempo sou tão imatura.
Imatura quando mais me acho madura.
As fantasias de morar com os pais e ter marido, depende muito do nível de maturidade que me encontro.
Aos nove me admistrava tão bem.
Também aos nove eu rezava pro tempo correr e eu poder completar logo meus trinta anos, pra já ter de bagagem varias viagens, dinheiro na conta, vários amigos e um apartamento com a sala de paredes de vidro e chão que fizesse toc toc, toda e qualquer vez que eu entrasse em casa com meu salto de 15 cm.
Aos dezenove quero aprender andar de salto.
Com nove anos não bebia e tinha vergonha do roque em róu que só eu cantarolava e ouvia.
Aos dezenove peço para o tempo engatinhar, do jeito que eu sempre quis, se não for devagar, Que ao menos seja eterno assim... e continuo a cantarolar músicas que poucos conhecem.
Aos nove eu curtia chiquititas e arrasava quando dançava black street boys, nas festas da escola.
Pegava fruta no pé, brincava de boneca, jogava bola, sabia escrever e levava altas rasteiras do meu irmão de cinco anos.
Queria ser minha mãe, meu pai e presidente.
Hoje me contento em ser eu, mesmo que ainda não tenha certeza do que o eu significa.
Eu como sempre com a certeza incerta de quem sou, isso não sei se começou aos nove ou aos dezenove.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Parei com a poesia.
Beijos com poesia
Parei.
Woodstock não.
Parei.
Woodsotck, poesia e beijo,
ah! chega
Me lembra e faz querer
coisas que conscientemente hei de me arrepender
de querer;
Mas quero tanto
Como me engano, quando digo que não quero
não quero por querer tanto.
Parei, cansei de querer, esperar.
Beijos, Woodstock e poesia não dá, é demais para mim hoje.
Por isso parei.
eu acho
cansei de parar.
brincado de arnaldantunear
não deu certo, mas deu nisso :)
Beijos com poesia
Parei.
Woodstock não.
Parei.
Woodsotck, poesia e beijo,
ah! chega
Me lembra e faz querer
coisas que conscientemente hei de me arrepender
de querer;
Mas quero tanto
Como me engano, quando digo que não quero
não quero por querer tanto.
Parei, cansei de querer, esperar.
Beijos, Woodstock e poesia não dá, é demais para mim hoje.
Por isso parei.
eu acho
cansei de parar.
brincado de arnaldantunear
não deu certo, mas deu nisso :)
domingo, 26 de abril de 2009
POÉSIE
J’ ai passé une heure à penser à un vers
Que ma plume n’a pas voulu écrire.
Pourtant, il est là-dedans
et ne veux pas sortir.
Mais la poésie de ce moment
inonde ma vie tout entière.
Hoje entendo bem... e não tente você entender o porque do Francês.
Entenda que Drummond é um dos meus poetas e caras favoritos.
Não entenda, só coloque Carla Bruni no som mais próximo e imagine uma bicicleta, você e frança na mesma frase.
Agora entende?

Flôr francesa pra dar sorte
J’ ai passé une heure à penser à un vers
Que ma plume n’a pas voulu écrire.
Pourtant, il est là-dedans
et ne veux pas sortir.
Mais la poésie de ce moment
inonde ma vie tout entière.
Hoje entendo bem... e não tente você entender o porque do Francês.
Entenda que Drummond é um dos meus poetas e caras favoritos.
Não entenda, só coloque Carla Bruni no som mais próximo e imagine uma bicicleta, você e frança na mesma frase.
Agora entende?

Flôr francesa pra dar sorte
sábado, 28 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Família é um troço engraçado.
Todo mundo reclama que junto nunca fica e por conta disso resolvem passar um final de semana juntos numa praia distante, numa casa distante de amigos próximos.
Na ida, uma alegria imensurável, incontável e contagiante.
O sobrinho da namorada do enteado é um pouco introspectivo e tem medo se duvidar da própria sombra.
A cunhada leva pra praia um menino que tem medo de mar, mas na saída de casa, podia-se ouvir coisas semelhantes - Ele não dá o menor trabalho, ele é tão quietinho, gracinha, leva sim!
Na chegada a fralda do menino menor, já é motivo de olhares feios e o pai controlando a boca da mãe para não falar com a namorada do enteado que ela é pouco porca e por de mais folgada.
A mãe controla a boca, mas não a cara feia.
A namorada do enteado faz piada e a mãe não ri e dá como resposta - Tô com uma dor de cabeça, e vira as costas.
Já a esta altura dos acontecimentos o discurso muda e a raiva da namorada do enteado, vai para o pobre do menino podre que vai a praia e mesmo tendo medo de mar.
– Ah! para. Moleque fresco, sem infância, ainda bem que o nosso pequeno não terá esse problema... Para que trás? Se não se diverte, ai dela se não ficar com ele, ai dele se der trabalho as elas da família.
O pai ri e bebe o filho, namorado e enteado também.
A filha que escreve também.
A filha do meio que é apaixonada pela enteada, mais do que pelo irmão diz que: Ela é folgada, puta que o pario, mas não fale mal dela, ele apronta demais com ela. E ah! Ele também é folgado.
O sobrinho faz graça e come sem parar
O Tio mais novo também.
Na volta pra casa o casal de namorados, volta mais cedo com a criança deles e a emprestada e fica aquela bagunça na casa distante dos amigos próximos.
- Te vejo lá em cima vovó coruja e acaba por soltar outra piada, que tem como resposta delicada – Tô com cólica e de novo as costas.
Fica todo mundo puto, palavrão já era coisa que saia naturalmente: Caralho! Olha esse banheiro, aqueles filhos da puta poderiam ter puxado a água depois do banho.
Coisas do tipo, coisas piores.
Quando chega o segundo o carro em casa, todos praguejam: Não olho mais o meu neto, que nem neto é...isso é.. apoiado, mãe e mulher.
Toca a campainha duas horas depois : Olha gente o menino chegou!!!
A me dá ele aqui vai, calma deixa ele matar a saudades da vó, né?! Ti coisa mais tilinda do mundo.
Filho, a gente ta pensando em voltar pra praia no próximo feriado, pra passar mais tempo a família toda junta...é bom, pro menino é pra gente.
Claro, vou falar com a namorada e vamos todos.
Ótimo, fala pra ela levar o sobrinho dela, tão bonzinho.
Todo mundo reclama que junto nunca fica e por conta disso resolvem passar um final de semana juntos numa praia distante, numa casa distante de amigos próximos.
Na ida, uma alegria imensurável, incontável e contagiante.
O sobrinho da namorada do enteado é um pouco introspectivo e tem medo se duvidar da própria sombra.
A cunhada leva pra praia um menino que tem medo de mar, mas na saída de casa, podia-se ouvir coisas semelhantes - Ele não dá o menor trabalho, ele é tão quietinho, gracinha, leva sim!
Na chegada a fralda do menino menor, já é motivo de olhares feios e o pai controlando a boca da mãe para não falar com a namorada do enteado que ela é pouco porca e por de mais folgada.
A mãe controla a boca, mas não a cara feia.
A namorada do enteado faz piada e a mãe não ri e dá como resposta - Tô com uma dor de cabeça, e vira as costas.
Já a esta altura dos acontecimentos o discurso muda e a raiva da namorada do enteado, vai para o pobre do menino podre que vai a praia e mesmo tendo medo de mar.
– Ah! para. Moleque fresco, sem infância, ainda bem que o nosso pequeno não terá esse problema... Para que trás? Se não se diverte, ai dela se não ficar com ele, ai dele se der trabalho as elas da família.
O pai ri e bebe o filho, namorado e enteado também.
A filha que escreve também.
A filha do meio que é apaixonada pela enteada, mais do que pelo irmão diz que: Ela é folgada, puta que o pario, mas não fale mal dela, ele apronta demais com ela. E ah! Ele também é folgado.
O sobrinho faz graça e come sem parar
O Tio mais novo também.
Na volta pra casa o casal de namorados, volta mais cedo com a criança deles e a emprestada e fica aquela bagunça na casa distante dos amigos próximos.
- Te vejo lá em cima vovó coruja e acaba por soltar outra piada, que tem como resposta delicada – Tô com cólica e de novo as costas.
Fica todo mundo puto, palavrão já era coisa que saia naturalmente: Caralho! Olha esse banheiro, aqueles filhos da puta poderiam ter puxado a água depois do banho.
Coisas do tipo, coisas piores.
Quando chega o segundo o carro em casa, todos praguejam: Não olho mais o meu neto, que nem neto é...isso é.. apoiado, mãe e mulher.
Toca a campainha duas horas depois : Olha gente o menino chegou!!!
A me dá ele aqui vai, calma deixa ele matar a saudades da vó, né?! Ti coisa mais tilinda do mundo.
Filho, a gente ta pensando em voltar pra praia no próximo feriado, pra passar mais tempo a família toda junta...é bom, pro menino é pra gente.
Claro, vou falar com a namorada e vamos todos.
Ótimo, fala pra ela levar o sobrinho dela, tão bonzinho.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Descobri que tenho um problema.
Problema com pessoas que tem problemas e querem falar difícil e não falam nada.
Me cansa.
Perdem mais tempo procurando um sinônimo pra palavra do que escrevendo e acham que com isso falam, escrevem e pensam melhor e mais do que o resto da humanidade.
Sorte de hoje: A estrada para o verdadeiro amor sempre tem obstáculos
Sou extremamente preguiçosa e sedentária.
Tô chata.
Problema com pessoas que tem problemas e querem falar difícil e não falam nada.
Me cansa.
Perdem mais tempo procurando um sinônimo pra palavra do que escrevendo e acham que com isso falam, escrevem e pensam melhor e mais do que o resto da humanidade.
Sorte de hoje: A estrada para o verdadeiro amor sempre tem obstáculos
Sou extremamente preguiçosa e sedentária.
Tô chata.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
O ônibus
Em Casa:
Meu sorriso não tem estado bonito como era, não tem aquela luz que tinha antes...
Acho que não tenho dado sorrisos sinceros ultimamente.
Agora não é hora para sorrir, vamos andando se não você perde a hora...
Você perdeu a hora, puta merda, Carolina...
No trêm:
Por que, não escrevo sobre amor de homem e mulher como todos os emos e mulheres fazem por ai?
Acho que meus conflitos internos tem me rendido mais assunto do que o amor, enquanto render e eu não chorar tá tudo certo...
Cara, faz tempo que eu não choro, e eu gosto de chorar, não tanto quanto rir, nem de motivos para chorar... mas eu gosto, aquelas caras no espelho e a ponta do nariz vermelha... e os olhos inchados do choro sincero... Ah! Por que não choro?
No Ônibus:
Entra um garotinho no ônibus, e me olha com aquele olhar iluminado e sorri;
E pela primeira vez em tempos senti a luz em meu sorriso e acho que ele também.
Ficamos meia hora sem trocar se quer palavra e inúmeros sorrisos.
Ao descer do ônibus, me sorriu o sorriso mais belo que tenho noticia, o meu não vi, mas deve ter sido tão grande quanto o do palhaço Bozo e tão sincero como o... como.. como o dele.
Quando ele virou a esquina com o seu último sorriso;
Chorei.
Meu sorriso não tem estado bonito como era, não tem aquela luz que tinha antes...
Acho que não tenho dado sorrisos sinceros ultimamente.
Agora não é hora para sorrir, vamos andando se não você perde a hora...
Você perdeu a hora, puta merda, Carolina...
No trêm:
Por que, não escrevo sobre amor de homem e mulher como todos os emos e mulheres fazem por ai?
Acho que meus conflitos internos tem me rendido mais assunto do que o amor, enquanto render e eu não chorar tá tudo certo...
Cara, faz tempo que eu não choro, e eu gosto de chorar, não tanto quanto rir, nem de motivos para chorar... mas eu gosto, aquelas caras no espelho e a ponta do nariz vermelha... e os olhos inchados do choro sincero... Ah! Por que não choro?
No Ônibus:
Entra um garotinho no ônibus, e me olha com aquele olhar iluminado e sorri;
E pela primeira vez em tempos senti a luz em meu sorriso e acho que ele também.
Ficamos meia hora sem trocar se quer palavra e inúmeros sorrisos.
Ao descer do ônibus, me sorriu o sorriso mais belo que tenho noticia, o meu não vi, mas deve ter sido tão grande quanto o do palhaço Bozo e tão sincero como o... como.. como o dele.
Quando ele virou a esquina com o seu último sorriso;
Chorei.
domingo, 18 de janeiro de 2009

http://beirutando.wordpress.com/
Participe!
Por que um pouco de música... de boa música, não faz mal a ninguém.
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