terça-feira, 4 de junho de 2013







dos males todos,
é,
incomoda
até,
mas ainda é o  menor




segunda-feira, 1 de abril de 2013

Eu não sei,
eu só sei que tem sido assim.

Quando eu acredito em que estou na melhor fase da vida, que já me descobri
me volta um fantasma e me põe em xeque

Me faz questionar, minha condulta e filosofia,

Me assusta saber que ainda, alguns fantasmas - que provavelmente não sabem quem são fantasmas
me causem tanto desconforto dentro da pele,

 que eu ainda busque conforto na imagem do fantasma quando a realidade aperta.

É um fantasma de voz firme, cara amiga;


até
forma feita
tem


Eu não sei,
eu só sei que tem sido assim

                                                                         


                                      pra mim.







quinta-feira, 14 de março de 2013



Há os que não vão mais te esquecer
Aceite a mão forte dela
Aqui estou eu, pra que eles vivam
                                              
     Frida 


Dia 13 de março do 13

Um dia bem louco
Um papa argentino
Uma bolsa de 20%
Outra conta negativa

Frida falando
Ana ferida

Aulas de contabilidade
Fome
Amor com i
elo nenhum
Sono

Coração aflito
Estomago ardendo
Normal, corpo passional

Meu pai vivo em outra boca
- MORRA!
Foi sentido o mesmo peso?
Não!
Será?
Pois é...

Não tem essa
Agora é hora
Vou ou fico
Fico ou voo...
Cabô?
- Meu amô, ouça a Frida e Viva la vida!










Árvore da esperança
Mantenha-se firme


sexta-feira, 8 de março de 2013

Eu senti, eu juro que senti,
Foi completamente diferente do que se tinha no inicio, apesar do mesmo peso
Eu senti, eu juro que senti que ainda tinha alguma coisa ali,

um desconforto,
ausência...


Tirou dois risos,

 
Saber a puta da verdade pura
levou com a barba todos os suspiros para o ralo
Me desequilibrou

e
acabou.





Só,
Eu gostaria de poder mudar para uma nuvem de luz
Perto do som dos anjos,
Hoje, só por hoje, eu queria um pouco de paz, sossego e luz
Queria ver as luzes nas minhas cores,
Queria conseguir entender, por que tem coisa que de uma hora pra outra faz tanto sentido
e sentido
se vai


Queria me recordar e parar de me preocupar em me achar por aí
Queria um pouco de Azul
Amarelo
Rosa
Branco


e um pincel.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Carolina se apaixona

Carolina não se apaixona,
Carolina ama;
pouco.


- porra...

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Encontrei a vida, assim, sorrindo no centro, na esquina, na avenida.
Ele me veio de boina, bengala e sorriso, me pegou pelo braço e antes que eu dissesse  qualquer coisa, me disse para acreditar no amor,
Me disse dos seus.
Contou que o dele hoje vêm acompanhado com sono e banho de tarde na banheira,
Banho pra jogar conversa fora - os banhos são de hoje, mas o amor é de longe.


Me contou de como a arquitetura mudou nesses últimos 96 anos.
O quanto tem visto e quanto eu vou ver!
Em um quarteirão, me definiu a medicina e a tecnologia.
Comentou que caminhar faz bem, mais pra cabeça do que para as pernas, já que cedo ou tarde elas precisarão de apoio.
- Dá certo, é só saber fazer.
Me disse também que com o tempo a gente pode perder a visão,
- mas aí é só assumir as lupas!

Chegando à esquina do fim da conversa, ele diz:
- A vida é cheia de coisa, só não se pode ter medo, não tente adivinhar, apenas sinta, vibre, sinta de novo, mas vós não sentardes... só quando for tarde... na banheira...
Por enquanto fique contente!





Eu sorridente,
fiquei num estado de graça,
e sem medo parti, de pé.
Vibrando.




Me senti o cego levado por Amelie.



quinta-feira, 26 de abril de 2012

Minha maior lembrança de mim sempre foi ter duas pessoas num corpo só.
Sou duas caras, corações, vários gostos e um corpo só.
Vivo satisfeita, mas por vezes me perco nessa confusão que essas duas fazem na cabeça central.
Sempre foi uma confusão organizada e ainda é.
É que ontem eu notei que uma delas tá querendo ir embora

Deixo-a ir?
Solto as pedras do calcanhar e faço que não vi?


E aí?



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Quando ele disse que voltaria, eu sai de mim.





... Hoje o inimigo veio me espreitar
Armou tocaia lá na curva do rio
Trouxe um porrete a mó de me quebrar
Mas eu não quebro por que sou macio, viu





sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Hey, viu... virou...



Um ano foi-se desde daquele dia na padóca
Foi-se gente
Fui-me embora e voltei pra mim.
Veio gente e cheguei em mim.
Me descobri, me respeitei, mudei o cabelo e perdi peso
                                                                           Peso de alma.



Aprendi, esqueci e lembrei
Lembrei das orações que aprendi com a minha vó aos nove
Esqueci das rebeldias sem sentido dos dezenove.
Aprendi o que é preciso fazer para ter todos os móveis no lugar quando eu chegar aos vinte e nove.


Demorei
Mas desamadureci
Me permiti, timidamente a coisas novas, gostei das novas experiências e de ter os velhos hábitos de volta.


Me entreguei de alma a gente sem corpo.
Entreguei o corpo enquanto fez sentido
Comprei alguns vestidos
Voltei a ter segredos meus



Gostei do meu lado bom e agora deixo gritar o lado humano.
Hoje eu choro menos e as aflições vão direto pro estômago
Agora eu me aceito, me cuido, me respeito!


Horóscopo ainda faz meus dias
    Tarot continua me mostrando o futuro
               Umbanda o caminho
Mas no final, as somas e perdas são resultados das contas que eu faço.



 A saudades do Gustavo ainda é do mesmo jeitinho
       Continuo rindo dele, dos outros e de mim
Pensar nele ainda me faz chorar.


Descobri que o fim da festa é minha parte favorita,

    Tão gostoso a casa calma, risada virada e as fotos na cabeça.
No fundo eu sou um sentimental...
   ...saudosista e nostálgica até o último fio de cabelo ou ponta da unha do pé




Amores que eu pensei ser de uma vida, não passaram de um ano
Amores de anos voltaram pra minha vida, assim de repente, como mágica...é sempre tão mágico...
Há amores que nunca foram e rezo que nunca irão.

Não gosto de conflitos, atritos e coisas com itos no final, não me soa bem, é um soco no estômago
E haja balsamo no quintal, pra tanto ito que no mundo existe.
Mas tem jeito não, me misturo nessa coisa toda.

                                                                          Neste misto de pessoas que vejo,
              Me misturo com elas e sou um milhão de coisas em uma pessoa só.
   Me aprendi a conviver com esse turbilhão de coisas que aparecem pra todo os lados que eu olho.
Isso acho eu...


Comecei a usar óculos e notei que algumas pessoas mudaram,
a cor, o tom, o dom...
O que era feio ficou bonito e o bonito ficou opaco
            Tem tanta gente bonita que é feia
Tanto feio de causas e coisas limpas
               e tem feio que é feito, feio mesmo.
              Meu ponto de vista mudou


No fim, eu sempre me sinto no começo e nesse meio de vida,
celebro com a alma leve e olhos limpos, esperando o fim da festa.








domingo, 7 de agosto de 2011



Que tal o impossível?