segunda-feira, 7 de abril de 2008
Um puto, passa na mão de todo mundo e ninguém da um jeito na vida dele.
E escrever em LanHouse e casa de amigos nem rola.
Não, não arrumei o pc,
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Vida Difcil
Quinta-feira sou mandada embora com a velha desculpa de contenção de despesas e descubro que faculdade já era, por problemas de pagamento.
Fico uma pilha e me tranco no quarto e como se já não bastasse merda o suficiente para a semana toda, papai resolve discutir a relação familiar.
Vou com as mãos cheias de tinta verde até a sala de estar e ouço, - até aonde deu- em silencio.
Até o momento que ele não agüenta minha indiferença (que na verdade era proposital para não lançar uma cadeira na cabeça da alguém) e aproveita para dizem que a culpa é minha de tudo o que acontece com o resto da humanidade.
Sexta-feira, acordo cedo e vou até o Mc Donalds mais próximo que há, e encontro outras duas amigas, qual uma delas teve uma quinta-feira feira de cão, mas ainda tem o emprego.
Junta choramos as pitangas e afogamos a culpa em um copo de 500ml de coca-cola e nos revoltamos com o mundo, quebrando o regime que havíamos começado no dia anterior.
Apesar dos problemas, as outras duas tem coisas pra fazer, então mesmo que contra a vontade, volto pra casa.
No caminha mando uma mensagem para uma das minhas melhores amigas na turma, a tembém Ana; Ana Luiza Colman e pergunto se vai rolar boteco para comemoração de aniversario de uma outra amiga.
Vou a clima de despedida e em cada estação que o trem estacionava e aproximava e a cada vagão pelo qual passava me batia uma sensação de nostalgia e arrependimento por ter ido.
Chegando lá, resolvo ver o esquema de bolsa de estudos e pela minha grande decepção, se eu tiver sorte só no próximo ano, e não dá, não quero esperar tanto.
Sento então na escada de entrada e penso na vida, olho todo aquele pessoal; As patricinhas mal sucedidas, os futuros ex – alcoólatras, os namorados, os surfistas do asfalto, os viciados, os que não são porra nenhuma, os que serão grandes profissionais, as pessoas que eu não gosto, pessoas que gosto, pessoas que desconheço.
Naquele momento, me deu uma sensação de impotência por não poder passar a catraca, por não poder, fazer nada, por não ter feito nada antes.
Quando estou indo embora, encontro Fernando, grande amigo que teve a mesma infelicidade que eu, e que inclusive tem o mesmo plano.
Vê-lo me animou muito, até passamos ilegalmente a catraca, a coisa mais ilegal que já fiz na minha vida.
Chegando a sala, encontro o velho e bom pessoal que me faz uma falta absurda, assisto um pouco de aula, dou abraços apertados, risadas forçadas, leves gargalhadas, e sinceros sorrisos.
Naquele momento, quando eu já não me achava, importante pra ninguém, e saber que ali as pessoas sentiram minha falta, me fez correr atrás de algo que, eu nunca me imaginei capaz.
Ir atrás dos meus sonhos, já que infelizmente ou felizmente, ninguém pode fazer isso por mim.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
A matéria era mais uma daquelas imensuráveis lições de vida, de bravura, e comportamentos naturais de um ser humano, mas que passa a ter um tratamento especial, aos olhos dos editores da equipe.Mas o diferencial daquela matéria era, que: uma mulher que sofria na mão, do então marido doente com problemas psiquiátricos, que dizia ouvir vozes, dizendo que a mulher era reencarnação de uma mulher do século dezenove e que ela precisava morrer.
Tudo bem, ela tentou ajudar, em quanto o amava, depois ,simplesmente largou mão do ex-marido.
O que me deixou intrigada, nervosa, curiosa e principalmente revoltada é que: as pessoas são assim, em quanto há um interesse, é fácil e bom ajudar, os elogios que vem então com a boa ação, nossa, as pessoas são colocadas no maior dos pedestais, por atitudes não mais do que obrigatórias.
Será que não passou pela cabeça dessa mulher que, ele precisava de ajuda, e que se ele- que era um homem, bem sucedido-teve tantas alucinações, a agredia, e tinha tantos delírios, era por que ele realmente não estava bem, e precisa de apoio.
Mesmo que não houvesse de ajudar de perto, já que concordo que a vida dela, foi prejudicada, em vários setores; mas será que não poderia ajudar de longe, indiretamente? Fazer qualquer coisa, que pudesse ampara-lo?
Como essa mulher, pode dormir durante tantos anos, sabendo que o cara , no qual ela dividiu, anos de sua vida, estava atormentado, morando na rua e na miséria, por conta de sua loucura, e pior escrever para uma revista, afirmando que comemorou sua morte?
Pior é ouvir das pessoas que leram a matéria que ela tinha razão.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Mariana Foi pro Mar!
Se usava uma pistola ou o gás do seu fogão
Mas ela mudou o itinerário, trocou o obituário
Pelo atraso do avião
Hoje ela desfila pela areia
Com total desprezo pelos machos de plantão
Ela está bem diferente, ama ser independente
MariANA foi pro mar...
domingo, 30 de dezembro de 2007
Já que amanhã será paulera, o dia todo ..os últimos pensamentos do ano!
...Domingo, produtivo, legal e que me dará uma puta dor de cabeça!..
...Planos para minha vida, que não inclui faculdade, família e cachorro para os próximos seis meses.
Coisas que pesam na balança.
De um lado a responsabilidade de irmã mais velha, e filha fofa da mamãe.
Do outro à vontade de sair fora, e ser a ovelha negra do papai...
...A única coisa que pega é: Se os planos derem errado, será que será permitida minha entrada nessa casa?
Sinceramente, acho que sim, só que seria mais legal, sair e saber que voltarei ,e que poderei voltar...
...Planos não concretos e que mexem com meu afeto, planos que serão desejos quando comer a lentilha no ano-novo, as uvas e as outras coisas que minha tia e mãe inventarem...e pela primeira vez, vou comer, e pedir com fé, que tudo de certo!
sábado, 8 de dezembro de 2007
Tédio!
O que eu faço para o tédio me deixar ?
Caso saiba de alguma coisa, me bipe, ok?!
Anoiteceu, e a falta de sono e o excesso de calor não me deixam dormir.
Coloco Janis bem alto no computador, e a vontade que dá, é acender um cigarro e beber, beber muito.
Cuba, vodka pura, Ypioca ou algo parecido, e por minha mãe estar por perto, sem chance de beber qualquer outra coisa que não água- depois daquele porre, jurei nunca mais beber na frente dela-e muito menos acender um cigarrinho.
A vontade de dar um chute na cara da minha irmã é grande.
Desligar o vídeo game do meu irmão também.
Livro seria uma boa, boa não, ótima opção, se eu estivesse com saco pra alguma coisa hoje.
Minha mãe entra no escritório e diz pra ir fazer sala para a mãe do meu pai, que em momento algum foi ou será minha avó.
E vou, por que já que estou irritada, e chuto logo a cara dela.
Quem sabe depois não volto de bom humor, para postar alguma coisa interessante?
Fquei sabendo a alguns meses do festival woodstock que vai rolar no Rio de Janeiro em 2009, pensei em escrever aqui, pensei não, tentei, mas não vai.
Se bem que estava confuso, melhor que não tenha ido mesmo, talvez depois do chute na cara da dela (irmã ou mãe do pai) eu volte inspirada.